Oi!
Meu nome é Laís, tenho 19 anos, parei de beber a.. ok, tô de brinks.
Eu só tenho uma pergunta para fazer:
Meu nome é Laís, tenho 19 anos, parei de beber a.. ok, tô de brinks.
Eu só tenho uma pergunta para fazer:
A GENTE FICA 10 MINUTOS COM OS EMOS E O QUE ACONTECE?
AUUHAUHAHUAHUAUHAHUAUHAHUAHU
Brincadeiras a parte, vim para dizer que a noite foi divertida ontem (pelo menos para mim).
Eu havia dito para o Eyehate. que provavelmente eu não poderia ir para praça porque meu pai tinha saido com o carro, mas ele me persuadiu dizendo que "hoje vai ter treta". É claro que eu não ia perder isso. Entrei naquela caixa vermelha ambulante que a prefeitura chama de "ônibus", contrai tétano e outras mil infecções, e cheguei até a praça. Aí sim, fui supreendida novamente.
A Juh-japa voltou! EEEE o/ E por falar em Juh, a Juzão devia ter ido. :/ Anyways.. deixa eu continuar.
Pedi para o Dead/Morto/Pink Spider e para o Eyehate. irem comprar cigarro comigo e ao sair do Curiango, passamos na "outra praça", saca? Só para dar aquele rolêzinho básico. Eis que detectamos os inimigos logo a frente. Foi uma situação engraçada, falaí garotinhos?!
Voltamos para a nossa fortaleza, todo mundo ficou bem louco com as duas garrafas de conhaque e os nossos amigos metalúrgicos resolveram, finalmente, ir tretar com os emos. Digo finalmente porque antes não rolou nem se quer uma agressão verbal (ahh :/).
Os caras colaram lá e voltaram dizendo que as emuxas já tinham ido embora, mas que deixaram uma garrafa de vodka intacta lá. E mais uma vez, cadê a treta?
Não demorou muito e já tava todo mundo na "outra praça" de novo. O que obviamente seria um "acerto de contas" se tornou uma confraternização entre desconhecidos.
Reencontrei o Johnny e o Theus que eu já conhecia de outras primaveras e vi um monte de gente estranha. Até o mascote deles, como a Marge o chamou, era estranho. Bebemos, proseamos, rimos. De repente, os "homis" colam lá. É isso o que acontece quando os gótegos se misturam por míseros 10 minutos com não-gótegos. Puta que o pariu, só deu a gente voltando para a nossa praça de novo, e um detalhe: com a vodka deles, que compraram pela metade do preço. :)
Depois de insistir muito para a Marge descer para o lago conosco, ela cedeu e fomos todos nós, felizes e sorridentes (tá bom, eu sei, foi exagerado, vou editar depois UHAUHA).
Ficamos lá na prainha, de boa. Os emos de um lado e os metalúrgicos de outro. TENSO, não? O que teoricamente seria uma "união" não passou de uma mudança da praça para um território semi-desconhecido. Mesmo assim, foi bem engraçado. Nosso querido Xurupita dançou na areia, ensinou a Marge a escalar o degrau da prainha, cantou a música do Satanás (UAUHAUHA).
Eu acabei com a blusa molhada por derrubarem destilado em mim, o Eyehate perdeu sua cruz de estimação (e ele não aceita outra de presente ._.), a Crau sentou lá e eu não sei como terminar esse post, então vou mandar todo mundo tomar no cu.
Tomem no cu.
Pronto.
UHAUHAHUAHUA
Beijo, linda. Tchau.
Eu havia dito para o Eyehate. que provavelmente eu não poderia ir para praça porque meu pai tinha saido com o carro, mas ele me persuadiu dizendo que "hoje vai ter treta". É claro que eu não ia perder isso. Entrei naquela caixa vermelha ambulante que a prefeitura chama de "ônibus", contrai tétano e outras mil infecções, e cheguei até a praça. Aí sim, fui supreendida novamente.
A Juh-japa voltou! EEEE o/ E por falar em Juh, a Juzão devia ter ido. :/ Anyways.. deixa eu continuar.
Pedi para o Dead/Morto/Pink Spider e para o Eyehate. irem comprar cigarro comigo e ao sair do Curiango, passamos na "outra praça", saca? Só para dar aquele rolêzinho básico. Eis que detectamos os inimigos logo a frente. Foi uma situação engraçada, falaí garotinhos?!
Voltamos para a nossa fortaleza, todo mundo ficou bem louco com as duas garrafas de conhaque e os nossos amigos metalúrgicos resolveram, finalmente, ir tretar com os emos. Digo finalmente porque antes não rolou nem se quer uma agressão verbal (ahh :/).
Os caras colaram lá e voltaram dizendo que as emuxas já tinham ido embora, mas que deixaram uma garrafa de vodka intacta lá. E mais uma vez, cadê a treta?
Não demorou muito e já tava todo mundo na "outra praça" de novo. O que obviamente seria um "acerto de contas" se tornou uma confraternização entre desconhecidos.
Reencontrei o Johnny e o Theus que eu já conhecia de outras primaveras e vi um monte de gente estranha. Até o mascote deles, como a Marge o chamou, era estranho. Bebemos, proseamos, rimos. De repente, os "homis" colam lá. É isso o que acontece quando os gótegos se misturam por míseros 10 minutos com não-gótegos. Puta que o pariu, só deu a gente voltando para a nossa praça de novo, e um detalhe: com a vodka deles, que compraram pela metade do preço. :)
Depois de insistir muito para a Marge descer para o lago conosco, ela cedeu e fomos todos nós, felizes e sorridentes (tá bom, eu sei, foi exagerado, vou editar depois UHAUHA).
Ficamos lá na prainha, de boa. Os emos de um lado e os metalúrgicos de outro. TENSO, não? O que teoricamente seria uma "união" não passou de uma mudança da praça para um território semi-desconhecido. Mesmo assim, foi bem engraçado. Nosso querido Xurupita dançou na areia, ensinou a Marge a escalar o degrau da prainha, cantou a música do Satanás (UAUHAUHA).
Eu acabei com a blusa molhada por derrubarem destilado em mim, o Eyehate perdeu sua cruz de estimação (e ele não aceita outra de presente ._.), a Crau sentou lá e eu não sei como terminar esse post, então vou mandar todo mundo tomar no cu.
Tomem no cu.
Pronto.
UHAUHAHUAHUA
Beijo, linda. Tchau.

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